A 2ª temporada de The Last of Us trouxe vários momentos sombrios do jogo, mas deixou de fora uma cena marcante: a morte da cadela Alice.
Segundo Craig Mazin, a decisão foi tomada porque a violência em live-action é muito mais impactante e perturbadora do que nos games. Além disso, o episódio já era extremamente pesado, com Ellie matando Mel, que estava grávida.
“Você só tem um episódio de assassinato de cachorro na vida. Existem duas regras fundamentais em Hollywood. Uma: não gaste seu próprio dinheiro. Duas: não mate o cachorro“, disse Craig Mazin, que também criou a série Chernobyl, que mostrou vários cães sendo abatidos após a tragédia nuclear (via GamesRadar+).
E acrescentou: “Estávamos numa situação em que várias coisas horríveis estavam acontecendo. Além disso, por ser live-action, a natureza da violência se torna muito mais gráfica. É mais gráfica. Porque não é como se houvesse uma animação entre você e aquilo; são pessoas. E isso é muito perturbador”.
Neil Druckmann explicou que incluir a morte de Alice, junto com outras cenas brutais, tornaria tudo excessivo, por isso optaram por cortá-la.
“Às vezes, adicionar algo que foi cortado do jogo exige que você remova algo que estava no jogo. Aqui, por exemplo, aquela sequência em que Ellie vai até a ilha dos Serafitas e quase é linchada era algo que tínhamos no jogo e cortamos por questões… de produção. E então agora teríamos três coisas horríveis em sequência: essa cena, Alice e depois Mel. E, na nossa conversa, pensamos: isso provavelmente é uma coisa a mais”.
As duas primeiras temporadas de The Last of Us estão disponíveis na Max, a terceira temporada ainda não tem data de estreia.
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