O astro Michael C. Hall garante que o final original de Dexter era essencial para que o serial killer mais icônico da TV pudesse renascer em spin‑offs como  Sangue Novo e Dexter: Ressurreição. Em entrevista ao GamesRadar+, Hall afirmou:

    Acho que a ideia de que o Dexter, considerando tudo o que aconteceu na série original, lá atrás, se colocasse em um exílio autoimposto — acho que fazia sentido narrativo, mas as pessoas não queriam ver isso”.

    Dexter (Michael C. Hall) em Dexter: New Blood
    Dexter (Michael C. Hall) em Dexter: Sangue Novo (Divulgação/ Showtime)

    Ele continuou: “Acho que Sangue Novo foi uma forma de assumir a responsabilidade pelo fato de que ele ainda estava por aí, e as pessoas se perguntavam o que tinha acontecido com ele. E, no fim das contas, acho que foi uma ponte até onde estamos agora”.

    “Foi o único jeito de levá-lo de volta a um lugar onde pudesse recuperar sua identidade, deixar para trás o passado pesado que vinha carregando e seguir em frente com uma identidade recém-assumida e um compromisso com o código. Foi a única forma de chegarmos até aqui, mesmo que tenha sido um caminho turbulento”, finalizou.

    A trajetória conturbada de Dexter

    Michael C. Hall como Dexter (Reprodução / Showtime)
    Michael C. Hall como Dexter (Reprodução / Showtime)

    Lançada em 2006, a série original de Dexter teve oito temporadas e chegou ao fim em 2013. O episódio final é frequentemente citado em listas de “piores desfechos de todos os tempos” — criticado como bizarro, anticlimático e entediante. Alguns fãs queriam ver Dexter preso ou até mesmo morto durante o naufrágio, conforme na obra de Jeff Lindsay, autor dos livros que inspiraram a série.

    Dexter: Sangue Novo é uma minissérie lançada em 2021 que dá continuidade à história de Dexter, quase 10 anos após o final da série original. A trama mostra Dexter vivendo com uma nova identidade em uma cidade pequena, tentando reprimir seus impulsos assassinos. Sua vida muda com a chegada do filho, Harrison, e o surgimento de uma nova ameaça local. A série explora temas como culpa, herança familiar e identidade.

    A produção foi bem recebida por oferecer uma conclusão mais satisfatória para o personagem, apesar de um final também polêmico.

    Dexter: Ressurreição retoma o embate de Dexter e seu filho Harrison em Nova York, principalmente sobre os conflitos internos do jovem. Um prelúdio, Dexter: Pecado Original, estreou em dezembro.

    E você, concorda que o final original de Dexter tinha “sentido narrativo”, mesmo que ninguém quisesse ver? Deixe sua opinião nos comentários!


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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