Foto divulgação
    Foto divulgação, Os Eternos, Coletiva de imprensa

    Considerando que atualmente a Marvel e a DC Comics não são mais apenas editoras e sim gerentes de marca, as chamadas mudanças canônicas são feitas com muito cuidado nas séries importantes.

    A maior parte das vezes essas mudanças surgem de maneira bem planejada para alavancar o número de vendas, como por exemplo, eliminar algum personagem, apenas para ‘ressuscitá-lo’ algum tempo depois.

    O que também é muito positivo é quando o produto em questão não tem um fandom tão obstinado e permite ao criador brincar com os personagens.

    Os Eternos ainda é um mistério para parte do público, porém  o filme não deixa de ser um dos produtos mais importantes da Disney para a Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

    O longa nasce com o propósito de dar vida e popularizar uma das criações mais incríveis do desenhista Jack Kirby, que nunca recebeu muita atenção da Marvel.

    Para quem não sabe, Os Eternos surgiram em 1976 e são uma raça de super-humanos criados por alienígenas celestiais enquanto visitavam a Terra.

    Mas ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de face corrompida das suas primeiras criações.

    De um modo geral, os Eternos podem voar, projetar energia e manipular moléculas. Eles são dotados de super-força e são praticamente imortais, e agora aprendeu-se que eles também possuem gênero fluido, ou seja, que flutua entre o masculino e o feminino, a grosso modo.

    Outros personagens

    Sobre outros personagens LGBT da Marvel, Snowflake, da revista Novos Guerreiros, foi o primeiro personagem não-binário que realmente é canôn no Universo Marvel.

    A editora e produtora teve muitos outros personagens que não se encaixam no gênero binário por anos, alguns com muito destaque como Loki, um personagem que não é visto assim pelo público.

    Os Eternos vêm como complemento ao que a editora já se propõe algum tempo, sempre desafiando os padrões de gênero e promovendo a igualdade.


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    Camilo Dantas é redator formado pela USP, com mais de 15 anos de experiência em jornalismo digital e 25 anos dedicados ao SEO, arquitetura semântica e otimização para IAs. Atuou em grandes portais como Globo e UOL, produzindo reportagens, análises e coberturas especiais. Segue padrões rígidos de transparência, responsabilidade e verificação jornalística do Trust Project,. Possui grande experiência e vivência nos temas sobre os quais escreve, unindo domínio editorial e conhecimento técnico. Especialista em conteúdo orientado à intenção de busca, integra formação em Análise de Sistemas e IA à prática jornalística. É reconhecido como referência em SEO para LLMs e estratégias de conteúdo. Em caso de dúvidas ou sugestão de pautas, alterações, errata, remoções entre em contato: [email protected]

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