O live-action de Branca de Neve já tem data para chegar no streaming. Apesar de ter contado com Gal Gadot e Rachel Zegler nos papéis principais, o filme não conquistou o público nos cinemas. Após dois meses em cartaz, arrecadou pouco mais de US$ 200 milhões mundialmente, sendo cerca de US$ 86 milhões apenas nos Estados Unidos. Agora, porém, a produção ganhará uma nova chance de ser redescoberta — desta vez, pelos assinantes do Disney+.

    A primeira versão animada de Branca de Neve e os Sete Anões, inspirada no conto dos Irmãos Grimm, foi lançada em 1938. O clássico marcou a estreia da Disney no mundo das animações e se transformou em um marco para o estúdio. Pela primeira vez, a história ganha uma versão live-action feita pela própria Disney, com o objetivo de manter fidelidade máxima à animação original.

    Rachel Zegler, conhecida por Amor, Sublime Amor e Shazam! Fúria dos Deuses, assume o papel principal, enquanto Gal Gadot interpreta a Rainha Má. A direção é de Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha), e a trilha sonora inédita conta com músicas escritas por Benj Pasek e Justin Paul, os mesmos de La La Land e O Rei do Show.

    A estreia do filme no Disney+ está marcada para o dia 11 de junho.

    Quais são as polêmicas que fizeram o live-action de Branca de Neve não decolar?

    A protagonista Rachel Zegler enfrentou críticas após comentar que a animação original de 1937 era “antiquada” e que sua personagem não dependeria de um príncipe para ser salva. Além disso, suas postagens nas redes sociais em apoio à Palestina durante a divulgação do filme geraram debates e pedidos de boicote por parte de alguns grupos.

    Em contrapartida, Gal Gadot também esteve no centro de controvérsias devido ao seu apoio público a Israel no conflito com a Palestina. Essa posição levou a protestos durante eventos promocionais e até ao banimento do filme no Líbano.

    A crítica especializada apresentou opiniões mistas: enquanto a atuação de Rachel Zegler como Branca de Neve foi elogiada por sua energia e carisma, a produção foi criticada por cenários artificiais e uma narrativa que não conseguiu equilibrar elementos clássicos com atualizações modernas.


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    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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