A cinebiografia Michael, que promete contar a história de Michael Jackson, pode sofrer mudanças significativas antes de chegar aos cinemas. De acordo com o World of Reels, a Lionsgate estaria considerando dividir o longa em duas partes, já que um corte recente ultrapassou às quatro horas de duração e ainda foi considerado “incompleto”. As refilmagens programadas para março podem contribuir para ajustes na narrativa, mas a decisão de um possível desmembramento pode estar atrelada ao alto orçamento da produção.

    Além das refilmagens, novas informações indicam que o filme também terá gastos adicionais para a aplicação de um “nariz digital” em Jafaar Jackson, sobrinho do astro, que interpreta Michael na trama. Essa solução digital faz parte dos esforços da equipe para garantir uma caracterização ainda mais fiel ao Rei do Pop.

    Dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento), Michael traz um elenco de peso. Além de Jafaar Jackson no papel principal, Miles Teller (Top Gun: Maverick) assume o papel de John Branca, o infame empresário do cantor. Já Colman Domingo, indicado ao Oscar por Sing Sing, interpreta Joe Jackson, pai de Michael e mentor dos Jackson 5, conhecido por sua rigidez extrema.

    Com lançamento nos EUA sob responsabilidade da Lionsgate, Michael chega aos cinemas brasileiros em 3 de outubro de 2025, distribuído pela Universal Pictures, que adquiriu os direitos internacionais do filme.

    3° ato da cinebiografia teve que ser regravado

    A produção sofreu um adiamento de seis meses e agora a razão foi revelada: o terceiro ato do longa precisará ser reescrito e regravado. Conforme apurado pelo site Puck News,a alteração visa remover cenas que abordavam as acusações de abuso sexual de menores contra o cantor.

    A trama do filme, inicialmente se concentrava nas investigações de 1993, envolvendo um acordo de US$ 20 milhões entre Jackson e a família de Jordan Chandler, então com 13 anos. Um documento legal impedia qualquer dramatização desse episódio, mas o espólio de Jackson aparentemente não notificou o estúdio Lionsgate sobre essa restrição ao aprovar o roteiro.

    De acordo com o Puck, a versão original do roteiro apresentava Jackson como vítima de uma conspiração financeira da família Chandler. Algumas das sequências cortadas incluíam debates entre seu empresário John Branca (interpretado por Miles Teller) e o advogado Johnnie Cochran (Derek Luke) sobre o acordo judicial. Também havia uma cena retratando o momento em que Jackson precisou se despir para um exame corporal, descrito no roteiro como “traumatizante” e que teria deixado uma “cicatriz” emocional no cantor.


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    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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